A elevação do nível do mar, as inundações e as tempestades severas no Estreito de Torres levaram dois moradores das ilhas Boigu e Saibai, na Austrália, a entrar com uma ação judicial para proteger suas comunidades das mudanças climáticas. Os autores da ação argumentam que suas casas podem desaparecer com a elevação do nível do mar, tornando os ilhéus os primeiros refugiados climáticos do país.
Essas comunidades, juntamente com sua cultura, correm o risco de desaparecer por estarem localizadas em áreas extremamente baixas. De acordo com dados científicos, o nível do mar está subindo no Estreito de Torres, que separa a Austrália da Nova Guiné, duas vezes mais rápido que a média global. “Tornar-se refugiado climático significa perder tudo: nossas casas, nossa cultura, nossas histórias e nossa identidade. Se isso nos for tirado, não saberemos quem somos. Temos a responsabilidade cultural de garantir que isso não aconteça e de proteger o país, nossas comunidades, nossa cultura e nossa espiritualidade das mudanças climáticas”, disse Paul Kabai, um dos autores da ação judicial.
Links para mais informações em: https://australianclimatecase.org.au/ e
A elevação do nível do mar, as inundações e as tempestades severas no Estreito de Torres levaram dois moradores das ilhas Boigu e Saibai, na Austrália, a entrar com uma ação judicial para proteger suas comunidades das mudanças climáticas. Os autores da ação argumentam que suas casas podem desaparecer com a elevação do nível do mar, tornando os ilhéus os primeiros refugiados climáticos do país.
Essas comunidades, juntamente com sua cultura, correm o risco de desaparecer por estarem localizadas em áreas extremamente baixas. De acordo com dados científicos, o nível do mar está subindo no Estreito de Torres, que separa a Austrália da Nova Guiné, duas vezes mais rápido que a média global. “Tornar-se refugiado climático significa perder tudo: nossas casas, nossa cultura, nossas histórias e nossa identidade. Se isso nos for tirado, não saberemos quem somos. Temos a responsabilidade cultural de garantir que isso não aconteça e de proteger o país, nossas comunidades, nossa cultura e nossa espiritualidade das mudanças climáticas”, disse Paul Kabai, um dos autores da ação judicial.
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