Um grupo de oito ONGs — incluindo o Greenpeace, o WWF e a principal organização indígena do país — entrou com uma ação judicial em um tribunal federal brasileiro solicitando a anulação da licença concedida à Petrobras, empresa estatal, para busca de petróleo em uma área marítima próxima à foz do rio Amazonas.
Segundo a denúncia, a autorização ignora o impacto climático da extração de petróleo na área, o que se traduz em aumento das emissões de gases de efeito estufa ou em danos decorrentes de um possível derramamento de petróleo em um ecossistema extremamente sensível.
Por outro lado, as organizações apontam que, ao autorizar a atividade petrolífera, os povos indígenas da região não foram consultados de forma "livre, prévia e informada", o que contraria os tratados internacionais assinados pelo Estado brasileiro.
Eles argumentam ainda que 20% do petróleo bruto extraído do poço, localizado a cerca de 500 quilômetros da foz do Amazonas, afundaria e poderia afetar o ecossistema de recifes de coral da Amazônia.
O Ministério do Meio Ambiente assegurou que o processo de licenciamento do projeto, que durou quase cinco anos, foi realizado com "rigor" e que a Petrobras implementou melhorias para responder a hipotéticas emergências.
Mais informações aqui e aqui .
Um grupo de oito ONGs — incluindo o Greenpeace, o WWF e a principal organização indígena do país — entrou com uma ação judicial em um tribunal federal brasileiro solicitando a anulação da licença concedida à Petrobras, empresa estatal, para busca de petróleo em uma área marítima próxima à foz do rio Amazonas.
Segundo a denúncia, a autorização ignora o impacto climático da extração de petróleo na área, o que se traduz em aumento das emissões de gases de efeito estufa ou em danos decorrentes de um possível derramamento de petróleo em um ecossistema extremamente sensível.
Por outro lado, as organizações apontam que, ao autorizar a atividade petrolífera, os povos indígenas da região não foram consultados de forma "livre, prévia e informada", o que contraria os tratados internacionais assinados pelo Estado brasileiro.
Eles argumentam ainda que 20% do petróleo bruto extraído do poço, localizado a cerca de 500 quilômetros da foz do Amazonas, afundaria e poderia afetar o ecossistema de recifes de coral da Amazônia.
O Ministério do Meio Ambiente assegurou que o processo de licenciamento do projeto, que durou quase cinco anos, foi realizado com "rigor" e que a Petrobras implementou melhorias para responder a hipotéticas emergências.
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