Em resposta a uma liminar impetrada em setembro de 2025, um tribunal mexicano concedeu uma suspensão definitiva à autorização dada pelo governo ao projeto Saguaro, que visa converter uma antiga usina de regaseificação em uma planta de gás natural liquefeito para exportação marítima de Puerto Libertad, no estado mexicano de Sonora, para a Ásia.
A decisão envolve a proteção do Golfo da Califórnia, um dos ecossistemas marinhos com maior biodiversidade do planeta, lar de baleias migratórias e residentes, como a baleia-azul, a baleia-cinzenta, a baleia-jubarte e a baleia-fin. A implementação do projeto pela Mexico Pacific Limited implicaria mais de 600 escalas por ano de enormes embarcações, concentradas em áreas habitadas por baleias durante todo o ano, aumentando a probabilidade de colisões graves e fatais para esses grandes cetáceos.
A ação judicial que busca contestar as licenças do projeto em nome das baleias foi movida por uma coalizão de organizações. “Todo o projeto Saguaro geraria mais de 73 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Isso representa mais de 10% das emissões anuais do México!”, alerta Nora Cabrera, advogada e diretora da Nuestro Futuro, uma das organizações autoras da ação, em entrevista ao El País.
A decisão permanecerá em vigor até que seja proferida uma sentença final no processo de amparo, que não tem data específica.
Em resposta a uma liminar impetrada em setembro de 2025, um tribunal mexicano concedeu uma suspensão definitiva à autorização dada pelo governo ao projeto Saguaro, que visa converter uma antiga usina de regaseificação em uma planta de gás natural liquefeito para exportação marítima de Puerto Libertad, no estado mexicano de Sonora, para a Ásia.
A decisão envolve a proteção do Golfo da Califórnia, um dos ecossistemas marinhos com maior biodiversidade do planeta, lar de baleias migratórias e residentes, como a baleia-azul, a baleia-cinzenta, a baleia-jubarte e a baleia-fin. A implementação do projeto pela Mexico Pacific Limited implicaria mais de 600 escalas por ano de enormes embarcações, concentradas em áreas habitadas por baleias durante todo o ano, aumentando a probabilidade de colisões graves e fatais para esses grandes cetáceos.
A ação judicial que busca contestar as licenças do projeto em nome das baleias foi movida por uma coalizão de organizações. “Todo o projeto Saguaro geraria mais de 73 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Isso representa mais de 10% das emissões anuais do México!”, alerta Nora Cabrera, advogada e diretora da Nuestro Futuro, uma das organizações autoras da ação, em entrevista ao El País.
A decisão permanecerá em vigor até que seja proferida uma sentença final no processo de amparo, que não tem data específica.