Os centros de dados foram identificados como uma nova e importante fronteira no litígio climático global. Essa constatação é destacada no relatório “As Tendências Globais no Litígio sobre Mudanças Climáticas: Panorama de 2026”, publicado pelo Instituto de Pesquisa Grantham da London School of Economics e pelo Centro Sabin de Direito das Mudanças Climáticas da Universidade Columbia.
Segundo a publicação, há um aumento significativo de processos judiciais contra centros de dados, com casos que vão do Chile à Irlanda, passando pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos.
Um dos primeiros processos judiciais documentados no relatório ocorreu em 2020 em Santiago, no Chile, quando o Google planejou construir um centro de dados na região de Cerrillos. Os demandantes contestaram as licenças concedidas, argumentando sobre o impacto no abastecimento de água da cidade, já afetado pela seca agravada pelas mudanças climáticas.
Na Europa, o epicentro dessas disputas é a Irlanda, um país cujo governo promove a expansão do setor e onde os centros de dados já consomem mais de um quinto da eletricidade nacional. Nos Estados Unidos, uma ação judicial que contestava o processo de licenciamento para um novo centro de dados na Califórnia resultou em um acordo em dezembro de 2025, que incluiu o compromisso de usar energia renovável e água reciclada para resfriar os servidores.
Segundo o relatório, nesse padrão de litígio, as ações judiciais podem impulsionar mudanças na tomada de decisões relacionadas ao clima, mesmo sem uma sentença favorável.
Os centros de dados foram identificados como uma nova e importante fronteira no litígio climático global. Essa constatação é destacada no relatório “As Tendências Globais no Litígio sobre Mudanças Climáticas: Panorama de 2026”, publicado pelo Instituto de Pesquisa Grantham da London School of Economics e pelo Centro Sabin de Direito das Mudanças Climáticas da Universidade Columbia.
Segundo a publicação, há um aumento significativo de processos judiciais contra centros de dados, com casos que vão do Chile à Irlanda, passando pelo Reino Unido e pelos Estados Unidos.
Um dos primeiros processos judiciais documentados no relatório ocorreu em 2020 em Santiago, no Chile, quando o Google planejou construir um centro de dados na região de Cerrillos. Os demandantes contestaram as licenças concedidas, argumentando sobre o impacto no abastecimento de água da cidade, já afetado pela seca agravada pelas mudanças climáticas.
Na Europa, o epicentro dessas disputas é a Irlanda, um país cujo governo promove a expansão do setor e onde os centros de dados já consomem mais de um quinto da eletricidade nacional. Nos Estados Unidos, uma ação judicial que contestava o processo de licenciamento para um novo centro de dados na Califórnia resultou em um acordo em dezembro de 2025, que incluiu o compromisso de usar energia renovável e água reciclada para resfriar os servidores.
Segundo o relatório, nesse padrão de litígio, as ações judiciais podem impulsionar mudanças na tomada de decisões relacionadas ao clima, mesmo sem uma sentença favorável.